Escutar o passado; falar para o Futuro.
Os arquivos possuem documentos únicos abarcando todos os aspectos da vivência dos portugueses, e dos povos com quem sempre mantiveram relações culturais ao longo de vários séculos.
Os registos escritos conservados nos arquivos dependentes da DGARQ prolongam-se desde o século IX ao século XXI
A Direcção Geral de Arquivos é um serviço público ao serviço do cidadão e da democracia. Para cumprir tal desiderato tem que ser capaz de vencer os desafios da contínua mudança a que estão sujeitos todos os actores sociais envolvidos na área dos Arquivos.
A prestação de serviços públicos de qualidade implicam cada vez mais uma dimensão que faz apelo à participação activa dos arquivistas, na definição de requisitos de natureza arquivística na concepção, implementação e administração dos sistemas de informação organizacionais. Desta forma, inscrever na agenda da reforma do estado e da administração pública a modernização dos arquivos será um dos grandes objectivos da reorientação estratégica que se pretende implementar.
Actualizar competências e valorizar os recursos humanos, constituem condições essenciais para uma eficaz e eficiente política de salvaguarda, valorização e fruição do património arquivístico nacional.
A Direcção Geral de Arquivos, órgão coordenador da política arquivística nacional, perspectiva ainda a sua acção enquanto organismo facilitador do diálogo interinstitucional, não deixando, no entanto, de assumir as suas responsabilidades em matérias tão importantes como a conservação, organização, descrição e comunicação dos arquivos portugueses.
Nesta perspectiva, o funcionamento de uma Rede Nacional de Arquivos, entendida como um conjunto diversificado de recursos informacionais e materiais, disponíveis e a disponibilizar por todos, poderá vir a constituir o ponto de apoio fundamental para uma efectiva implementação da Política Arquivística Nacional.